A lei do “Dharma” ou da finalidade da vida

por Deepak Chopra

Todas as pessoas possuem uma finalidade na vida… uma dádiva singular ou um talento especial para oferecer aos outros. E quando pomos o nosso talento especial ao serviço dos outros, experimentamos o êxtase e a exultação do nosso espírito, que é a finalidade suprema da vida.

Quando trabalhamos somos como flautas e, ao nosso coração o murmúrio das horas soa como música. E o que é trabalhar com amor? É tecer o pano com os fios do coração, como se estivéssemos a tecer a roupa do nosso bem-amado. – Khalil Gibran,  O Profeta.

A sétima lei espiritual do sucesso consiste na Lei do Dharma. Dharma é um termo sânscrito que significa “finalidade na vida”. A Lei do Dharma diz-nos que nos manifestamos sob a forma física para cumprir uma finalidade, realizar o Plano ou Vontade de Deus. A divindade constitui a essência do campo da potencialidade pura e, o divino toma a forma humana para cumprir uma finalidade. Segundo esta lei, todos temos um talento específico e uma forma singular de o exprimirmos.

Há qualquer coisa que conseguimos fazer melhor do que qualquer outra pessoa no mundo e, cada talento específico com a sua forma singular de se exprimir, também requer necessidades especiais. Quando essas necessidades se combinam com a expressão criativa do nosso talento, gera-se a centelha que dá prosperidade. Exprimir os seus talentos para realizar aquilo que é necessário cria riqueza e abundância ilimitadas.  Se ensinássemos isto às crianças desde pequenas, veríamos o efeito que teria na vida delas. Na verdade, fiz a experiência com os meus filhos. Repeti-lhes muitas e muitas vezes que havia uma razão para cada um de nós se encontrar neste mundo e que eles teriam de descobrir a razão por que existiam.

Eles começaram a ouvir isto a partir dos quatro anos. Também os ensinei a meditar mais ou menos a partir dessa idade e disse-lhes: “Nunca, mas nunca se preocupem em ganhar a vossa vida. Se não forem capazes de ganhar a vossa vida quando crescerem, eu hei de sustentar-vos, portanto não se preocupem com isso. Não quero que se esforcem por obter bons resultados na escola. Não quero que se esforcem por obter as melhores notas ou por ir para os melhores colégios. Aquilo que quero é que se interroguem acerca de como podem servir a Humanidade e quais serão os vossos talentos especiais. Porque cada um de vós possui um talento especial, que ninguém mais possui e cada um de vós tem uma maneira especial de exprimir esse talento, que também ninguém mais possui.”

Eles acabaram por vir a frequentar as melhores escolas, obtiveram as melhores notas, e mesmo na universidade são estudantes especiais, porque já são economicamente independentes, pois a vida deles focaliza-se naquilo que devem dar para cumprir a razão da sua existência aqui. E esta é a Lei do Dharma.

A Lei do Dharma possui três componentes. O primeiro diz-nos que cada um de nós se encontra aqui para descobrir o seu verdadeiro Eu, para descobrir por si próprio que o seu verdadeiro Eu é espiritual, que na essência somos seres espirituais manifestando-se sob uma forma física. Não somos seres humanos que têm experiências espirituais ocasionais, ao contrário, somos seres espirituais que têm experiências humanas ocasionais. Cada um de nós encontra-se aqui para descobrir o seu eu superior, ou o seu eu espiritual. Esse constitui o primeiro requisito da Lei do dharma. Temos de descobrir por nós mesmos o deus ou a deusa em embrião, que existe dentro de nós e deseja revelar-se, para podermos exprimir a nossa divindade.

O segundo componente da Lei do dharma consiste em exprimirmos os nossos talentos especiais. A Lei do dharma diz-nos que todo o ser humano possui um talento especial. Todos possuímos um talento, cuja expressão é de tal modo singular, que não existe mais ninguém vivo no planeta que possua esse talento ou essa forma de o exprimir. Isto significa que há uma coisa específica que cada um de nós sabe fazer melhor do que qualquer outra pessoa no mundo. Quando está a fazer isso, perde a noção do tempo. Quando exprime esse talento especial que possui ou, em muitos casos, os diversos talentos especiais, a expressão desse talento é transportada para o conhecimento do eterno.

 O terceiro componente da Lei do dharma consiste na vontade de servir a Humanidade. Servir os outros seres humanos é perguntar “Como posso eu ajudar?  Como posso ajudar aqueles que me rodeiam?”

 Pondo a capacidade de exprimir o seu talento especial ao serviço da Humanidade, estará a aplicar totalmente a Lei do dharma. E se juntar a isto a experiência da sua própria espiritualidade, o campo da potencialidade pura, é impossível que não tenha acesso à abundância ilimitada, porque esta constitui a verdadeira forma de alcançar a abundância. Esta abundância não é temporária; é permanente, devido ao seu talento especial, à sua forma de o exprimir, aos serviços que presta e à dedicação que mostra pelos outros seres humanos, atitude que adquiriu, perguntando:  “Como posso eu ajudar?”, em vez de:  “O que posso eu obter?”

A questão “O que posso eu obter?” constituí o diálogo interior do ego. Perguntar “Como posso eu ajudar? “ constitui o diálogo interior da alma. A alma representa o domínio do conhecimento onde experimentamos a nossa universalidade. Através da simples substituição, no nosso diálogo interior, da pergunta “O que posso eu obter?” pela outra “Como posso eu ajudar?”, passamos logo do plano do nosso ego para o domínio da nossa alma.

Embora a meditação constitua a forma mais útil de entrar no domínio da alma, a simples mudança do nosso diálogo interior para “Como posso eu ajudar?” também nos dá acesso a alma, esse domínio do conhecimento onde experimentamos a nossa universalidade. Se quiser aproveitar ao máximo a Lei do dharma, terá de se comprometer a seguir algumas regras.

A primeira regra é: Vou tentar descobrir o meu eu superior, que se encontra para além do meu ego, através da prática espiritual. A segunda regra é: Vou descobrir os meus talentos especiais e, depois de os descobrir, vou entrar em estado de felicidade, pois o processo de felicidade ocorre quando adquiro o conhecimento do eterno.

Nesse momento, entro em estado de beatitude. A terceira regra é:  Vou perguntar a mim mesmo quais as minhas melhores qualidades para servir a Humanidade. Vou responder a essa pergunta e depois pôr em prática a atitude. Vou utilizar os meus talentos especiais para servir as necessidades dos outros seres humanos, vou combinar essas necessidades com o meu desejo de ajudar e servir os outros. Sente-se e faça uma lista das respostas a estas duas perguntas: Pergunte a si mesmo se o dinheiro não fosse uma preocupação para si e se tivesse todo o tempo e dinheiro do mundo, o que faria?

Se pensa que continuaria a fazer aquilo que faz no momento, isso significa que se encontra em dharma, porque tem uma paixão por aquilo que faz – exprime os seus talentos especiais. Depois, pergunte a si mesmo: “Quais as minhas melhores qualidades para servir a Humanidade?” Responda à pergunta e ponha a atitude em prática. Descubra a sua divindade, encontre o seu talento especial, utilize-o para servir a Humanidade e gerará toda a riqueza que quiser. Quando as suas expressões criativas responderem às necessidades dos outros seres humanos, a riqueza fluirá espontaneamente do não-manifesto para o manifesto, do âmbito da alma para o âmbito da forma. Começará a experimentar a vida como uma miraculosa expressão da divindade, não ocasionalmente, mas sempre. E conhecerá a verdadeira felicidade e o verdadeiro significado do sucesso, o êxtase e a exultação da sua própria alma.

Como aplicar a lei do Dharma, ou da finalidade da vida

Ponho em prática a Lei do dharma, seguindo estes passos:

1. Hoje vou dar toda a atenção e amor ao deus ou deusa em embrião que se oculta no mais fundo da minha alma. Darei toda a atenção à minha alma interior que dá vida ao meu corpo e ao meu espírito. Vou tentar despertar para a profunda serenidade que existe dentro do meu coração. A consciência da eternidade e do Ser eterno acompanhar-me-á sempre durante a minha experiência temporal.

2. Faço uma lista dos meus talentos especiais. Depois faço uma lista de todas as coisas de que gosto de fazer quando exprimo os meus talentos especiais. Exprimindo os meus talentos especiais e utilizando-os ao serviço da Humanidade, perco a noção do tempo e crio abundância na minha vida, assim como na vida dos outros.

3. Pergunto a mim mesmo todos os dias “Como posso eu servir?” e “Como posso eu ajudar?”. As respostas a estas questões vão permitir-me ajudar e servir os outros seres humanos com amor.

As Sete leis do Sucesso

1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta a tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Meu diálogo interno reflete meu poder interno. O diálogo interno das pessoas auto- realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções tem poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são as coisas mais importantes na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para a conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é kármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

Referências: Deepak Chopra, as 7 leis do Sucesso

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Negro como piche
Místico como a Lua.
Fale-me de magia
E eu voarei com você
Muito em breve.

O Corvo sempre foi o portador da magia. Este seu papel foi reconhecido pelas mais diversas culturas, ao longo dos tempos, em todo o planeta. É considerado sagrado honrar o Corvo como sendo o portador da magia. Se esta magia for ruim, ela inspirará muito mais medo do que respeito. Aqueles que trabalham com a magia de forma errada tem razões para temer o Corvo, pois isto é sinal de que estão se metendo em áreas que não dominam, e os feitiços que estão fazendo certamente acabarão retomando contra eles. Em vez de deplorar o lado negro da magia, conscientize-se de que você só irá temer o Corvo quando necessitar aprender algo sobre os seus temores secretos ou sobre os demônios criados por sua própria imaginação.

A magia do Corvo é poderosa e pode lhe infundir a coragem necessária para penetrar nas trevas do Vazio no qual residem todos os seres que ainda não tem forma definida. O Vazio é denominado “Grande Mistério”. O Grande Mistério já existia antes que todas as outras coisas viessem a existir. O Grande Espírito é oriundo do Grande Mistério e vive no Vazio. O Corvo é o mensageiro do Vazio.

Se o Corvo apareceu pra você, isto é prenúncio de que você está às vésperas de experimentar uma mudança de consciência, que pode significar inclusive uma viagem pelo Grande Mistério ou por alguma senda situada à margem do tempo. A cor do Corvo é a cor do Vazio – o buraco negro no espaço sideral que congrega todas as energias criadoras. Esta carta traz a seguinte mensagem do Corvo: Você conquistou por seus próprios méritos o direito de vislumbrar um pouco mais da magia da vida.

A presença do corvo é sinal de que há magia no ar ao seu redor. Não tente, porém, decifrá-la ou interpretá-la de modo racional, pois você não será capaz, visto que esta é a magia do desconhecido em ação, preparando a chegada de algum acontecimento muito especial. O maior mistério, no entanto, será a sua própria reação ante a maravilhosa sincronia proporcionada por esse momento de pura alquimia. Você será capaz de reconhecer este momento e aproveitar esta oportunidade para seu desenvolvimento espiritual? Será capaz de aceitar esta dádiva do Grande Espírito? Ou você deixará passar esta oportunidade, tentando explicar o poder do Grande Mistério de modo racional e intelectual?

Talvez seja tempo de chamar o Corvo como um mensageiro para transportar energias curativas, mensagens, ou, ainda, simples pensamentos. O Corvo é o protetor dos sinais de fumaça e das mensagens, espirituais representadas pela fumaça. Portanto, se você deseja entrar em contato com os Anciões ou enviar uma mensagem para a Estrada Azul do Espírito, peça auxílio ao Corvo. Ou, quem sabe, os Anciões estão chamando por você.

Lembre-se de que este momento mágico surgiu do vazio da escuridão. O seu desafio, a partir de agora, é iluminá-lo. Ao manifestar a magia luminosa deste momento, você estará honrando plenamente o mágico que existe dentro de você!

Referências: Jamie Sams, David Carlson – Medicine Cards. 1988 – St Martin’s Press

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Ogum vivia com Oiá.
Um dia seu irmão Xangô foi visitá-lo e, na casa de Ogum, Xangô deparou com sua bela mulher.
Voltou para casa atormentado pela beleza que vira.
Desejou Oiá ardentemente.
Não desistia da idéia de possuir a mulher do seu irmão.
Xangô voltou à casa de Ogum dizendo-se doente, nem conseguia se alimentar.
Ogum acudiu-o e pediu-lhe que ensinasse a Oiá o preparo de seu prato predileto, o amalá, que sem dúvida saciaria sua fome e o curaria.
Oiá preparou o amalá conforme ensinado.
Antes de comê-lo, Xangô pediu a Oiá que acrescentasse um pó, advertindo-a contudo que não provasse da comida.
Xangô comeu com gula e saciou a fome.
A proibição deixou Oiá muito curiosa.
No dia seguinte, Oiá fez novamente a comida, mas desta vez não resistiu e provou dela.
Disse a Xangô não ter sentido nada especial.
Xangô entregou-lhe o pó para acrescentar.
O pó tinha o poder de botar labaredas pela boca.
Oiá pôs o pó no amalá e comeu dele.
Desde então Oiá tem o poder de botar fogo pela boca.
Ogum, ao ver sua mulher cuspindo fogo, repudiou Oiá e a entregou a Xangô.
Xangô cinicamente recusou a oferta.
Ogum insistiu para que levasse Oiá dali.
Xangô tinha enganado Ogum.
Xangô levou Oiá para casa, feliz com sua vitória.

Referência: Reginaldo Prandi, Mitologia dos Orixás

Exu — Legba — Eleguá — Bará

Exu não tinha riqueza, não tinha fazenda, não tinha rio, não tinha profissão, nem artes, nem missão.
Exu vagabundeava pelo mundo sem paradeiro.
Então um dia, Exu passou a ir à casa de Oxalá.
Ia à casa de Oxalá todos os dias.
Na casa de Oxalá, Exu se distraía, vendo o velho fabricando os seres humanos.
Muitos e muitos também vinham visitar Oxalá, mas ali ficavam pouco, quatro dias, oito dias, e nada aprendiam.
Traziam oferendas, viam o velho orixá, apreciavam sua obra e partiam.
Exu ficou na casa de Oxalá dezesseis anos.
Exu prestava muita atenção na modelagem e aprendeu como Oxalá fabricava as mãos, os pés, a boca, os olhos, o pênis dos homens, as mãos, os pés, a boca, os olhos, a vagina das mulheres.
Durante dezesseis anos ali ficou ajudando o velho orixá.
Exu não perguntava.
Exu observava.
Exu prestava atenção.
Exu aprendeu tudo.
Um dia Oxalá disse a Exu para ir postar-se na encruzilhada por onde passavam os que vinham à sua casa.
Para ficar ali e não deixar passar quem não trouxesse uma oferenda a Oxalá.
Cada vez mais havia mais humanos para Oxalá fazer.
Oxalá não queria perder tempo recolhendo os presentes que todos lhe ofereciam.
Oxalá nem tinha tempo para as visitas.
Exu tinha aprendido tudo e agora podia ajudar Oxalá.
Exu coletava os ebós para Oxalá.
Exu recebia as oferendas e as entregava a Oxalá.
Exu fazia bem o seu trabalho e Oxalá decidiu recompensá-lo.
Assim, quem viesse à casa de Oxalá teria que pagar também alguma coisa a Exu.
Quem estivesse voltando da casa de Oxalá também pagaria alguma coisa a Exu.
Exu mantinha-se sempre a postos guardando a casa de Oxalá.
Armado de um ogó, poderoso porrete, afastava os indesejáveis e punia quem tentasse burlar sua vigilância.
Exu trabalhava demais e fez ali a sua casa, ali na encruzilhada.
Ganhou uma rendosa profissão, ganhou seu lugar, sua casa.
Exu ficou rico e poderoso.
Ninguém pode mais passar pela encruzilhada sem pagar alguma coisa a Exu.

Referência: Reginaldo Prandi, Mitologia dos Orixás

La Sibylle des Salons

A Sibila dos Salões ou ‘Profetisa dos Salões’ foi um jogo de cartas produzido em 1890 e ilustrado pelo artista francês Jean-Jacques (J. J. Grandville). As Sibilas resgataram, sob uma forma ilustrada, o velho costume das cartomantes que liam a sorte para animar e entreter os convidados em reuniões da nobreza e da burguesia.

Diferente de leituras aprofundadas como a do Tarot, em que o consulente é orientado a saber as causas dos acontecimentos em sua vida, as Sibilas tratam de assuntos mais corriqueiros do dia-a-dia, indo direto ao ponto, e são conhecidas como aqueles “baralhos fofoqueiros” por sua precisão e assertividade.

Existem diversos tipos de Sibilas que podem variar de região para região, algumas com menos, outras com mais cartas. O próprio Lenormand, popularizado no Brasil como Baralho Cigano, poderia ser considerado como uma variação mais sintetizada das Sibilas, mas possuindo um método próprio de disposição.

Texto por Leo Gitano
Oraculista, músico, professor, terapeuta e cigano de espírito.

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No sistema do Reiki lunar temos símbolos específicos para tratar do nosso útero e da fertilidade.

Você já se perguntou de que forma você pode estar honrando sua linhagem?

Problemas uterinos, baixa autoestima, bloqueios sexuais, infertilidade , muitas vezes correspondem as heranças que carregarmos no ventre. Cada mulher carrega no mínimo três gerações e quando não trabalhamos de uma maneira benéfica ficamos em um looping negativo das informações registradas no útero. Tudo o que a sua avó pensou, sentiu, presenciou e como fez as suas escolhas, passa diretamente pelo útero para sua mãe e diretamente pelos ovários e óvulos de sua mãe, chegando até você.
O óvulo contém parte da informação genética mitocondrial, que é onde fica o registro das informações programadas que herdamos.

Se a sua avó passou por um trauma sexual, você tem esse registro e pode ser que te influencie na confiança e abertura . Se ela não queria a gravidez , você tem em ti forte a rejeição . Se ela passava por conflitos de identidade, você pode ter essa sensação de não saber quem você é. As necessidades biológicas da tua avó durante a gravidez de tua mãe passam para as células do feto (suas). Logo você pega da sua avó as informações de quando ela estava grávida de sua mãe.

As técnicas do Reiki Lunar não tratam apenas de você, mas da sua linhagem inteira.

Honrar os nossos antepassados não precisa ser algo ruim. O “arquétipo mãe” as vezes é super valorizado e esquecemos que existe um ser humano que pode errar, ter dores, medos, solidão e não estar preparada para geração de outra vida. Amar e curar essas dores é trazer um saldo de amor no seu útero e linhagem que irá seguir.

Por fim, deixo três perguntas:

  • O que você sabe sobre sua avó materna?
  • Como você está honrando ela?
  • Sua linhagem é de amor ou dor?

Muitas bençãos da Deusa!

por Adriana Rosa,
Terapeuta vibracional, Mulher-medicina, Oraculista, Facilitadora de círculo de mulheres e Conselho das 13 anciãs

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Tem um seriado muito legal na Netflix que se chama O Segredo do Templo que fala sobre Göbekli Tepe . É um prato cheio para quem gosta da temática mística e teoria sobre como os Deuses surgiram na civilização.

Já ouviu falar sobre Göbekli Tepe?

“Pensávamos que a agricultura fosse a mãe das cidades, da escrita e da arte. Agora o templo mais antigo do mundo sugere que a civilização nasceu do impulso da devoção.”


Em um pico nas Montanhas Taurus, situado ao norte da fronteira com a Síria, perto da antiga cidade de Sanliurfa, foi descoberto o mais antigo complexo de templos de pedra no mundo, foi construído há 11,5 mil anos, milênios antes das pirâmides do Egito, ele é formado por grandes blocos de pedras (monumentos megalíticos) organizados em círculos e pontuados por grandes pilares de cerca de 5,5 metros de altura adornados com esculturas de animais selvagens. Gobekli Tepe tem a construção muito sofisticada em alguns aspetos para sua época, principalmente quando se compara este a outros sítios famosos no globo, como a Grande Pirâmide de Gizé (2560 a.C.), as estátuas da Ilha de Páscoa (500 d.C), as inusitadas pedras em Stonehenge (3100 a.C).

A civilização nasceu do impulso da devoção

pesquisas mostraram que o local está alinhado com algumas constelações, como Taurus, Orion e Plêiades — como é que eles tinham noção exata disso há 11000 anos? Outra curiosidade é o facto de que os construtores enterravam o círculo de pedras propositadamente depois de algum tempo e abriam outro igual ou bastante similar um pouco mais adiante, enterrando de novo depois de certa época e assim por diante. O professor Klaus Schmidt, arqueólogo responsável pelas escavações e pesquisas disse o seguinte sobre esse mistério do templo:
“Eles eram extrativistas”, diz Schmidt, ou seja, viviam da coleta de plantas silvestres e da caça. “A idéia que tínhamos dos coletores sempre fora de grupos pequenos e nômades de algumas dezenas de pessoas. Não podiam construir estruturas permanentes, pensávamos, porque precisariam se deslocar em busca de recursos. Não podiam manter nenhuma classe especial de sacerdotes e artesãos, pois não podiam transportar todos os suprimentos extras para alimentá-los. Mas eis Göbekli Tepe, uma prova de que eles faziam tudo isso”. Descobrir que caçadores-coletores construíram Göbekli Tepe foi como descobrir que alguém montou um Boeing 747 em um porão usando um estilete. “Eu, meus colegas, todos nós ficamos perplexos”, conta Schmidt. Paradoxalmente, o sítio pareceu ser ao mesmo tempo arauto do futuro mundo civilizado e o último, o mais grandioso emblema de um passado nômade que estava desaparecendo.

Göbekli Tepe, na opinião de Schmidt, sugere um cenário inverso: a construção de um templo por um grupo de extrativistas é indício de que a religião organizada pode ter surgido antes da agricultura e dos outros aspectos da civilização. Sugere que o impulso de se reunir para rituais sagrados nasceu quando os seres humanos deixaram de se ver como parte do mundo natural e passaram a buscar o domínio sobre a natureza. Quando os extrativistas começaram a se fixar em povoações, criaram uma divisão entre a esfera humana – o aglomerado fixo de casas com centenas de habitantes – e a perigosa terra além da fogueira, povoada por animais mortíferos.

O arqueólogo francês Jacques Cauvin supôs que essa mudança de mentalidade foi uma “revolução de símbolos”, um desvio conceitual que permitiu aos seres humanos imaginar deuses – seres sobrenaturais à semelhança do homem – em um universo fora do mundo físico. Schmidt vê Göbekli Tepe como uma evidência em favor da teoria de Cauvin. “Os animais eram guardiões do mundo dos espíritos”, diz. “Os relevos esculpidos nos pilares em ‘T’ ilustram esse outro mundo.”

Schmidt imagina que os extrativistas que viviam em um raio de 160 quilômetros de Göbekli Tepe tenham criado o templo como um local sagrado para se reunir em eventos, e talvez trazer presentes e tributos a seus sacerdotes e artesãos. Teria sido preciso algum tipo de organização social não só para construir mas também para lidar com as multidões que o lugar atraía. Podemos imaginar cantos e tambores, os animais nos grandes pilares dando a impressão de se moverem à luz bruxuleante das tochas. Decerto havia festas; Schmidt descobriu bacias de pedra que talvez tenham sido usadas para cerveja. O templo era um locus espiritual, mas também pode ter sido a versão neolítica da Disneylândia.

Complexidade Incomum

Os cientistas Gil Haklay, da Autoridade de Antiguidades de Israel, e o professor Avi Gopher, do Departamento de Arqueologia e Civilizações Antigas do Oriente Próximo da Universidade de Tel Aviv, encontraram recentemente evidências de que a construção foi planejada como uma só estrutura. Com a ajuda de um algoritmo que investigou os padrões do desenho arquitetônico, eles verificaram que as construções que compõem o santuário estão dispostas de maneira que formam um triângulo equilátero quase perfeito — o que pode indicar que havia um padrão geométrico intencional por trás do projeto.

Perguntas Sem Respostas

De acordo com os arqueólogos de plantão, nessa época os homens ainda eram nómadas ou caçadores, e a agricultura ainda dava seus primeiros passos no planeta Terra. Então, de onde veio a tecnologia das construções? Onde os caras arrumaram mão de obra especializada para construir todo o complexo? Como sustentaram os operários e onde os abrigaram? Como eles poderiam ter conhecimentos exatos e extremamente avançados de astronomia, arquitetura e matemática? Pois é, ninguém sabe ainda.

Por fim, vale lembrar que, assim como outras civilizações avançadas ao longo da História, os habitantes de Göbekli Tepe também desapareceram misteriosamente.

Por Adriana R.

Referências:
National Geographic
BBC
Mega Curioso

Nesse vídeo falo um pouco sobre mim e por que razão gosto tanto deste sistema.

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Cronograma do curso

• A Deusa
• Lua: interna e externa
• Menstruação e ciclos lunares
• The moon symbol
• Fertility symbol
• Menstruation symbol
• Weight loss symbol
• Cicatrização emocional
• Tratamento para infertilidade
• Endometriose
• Auto-aplicação
• Tratamentos à distância
• Reiki Lunar como forma oracular
• Mitologia, correspondências, conexão e práticas das Deusas regentes do Reiki Lunar: Ártemis, Selene e Hekate
• Iniciação com a Deusa Ártemis, Selene e Hekate
• Como fazer as iniciações no sistema e transmitir o mestrado

Bônus

• Os Chakras e o Feminino
• Corpos Sutis
• Figuras exclusivas para fazer aplicação à distância

Requisitos

• Não há.

A Quem é Dirigido?

• Para as mulheres e homens que buscam curar e integralizar o seu feminino.

Metodologia

Os materiais de estudo são enviados e a iniciação é agendada de acordo com a disponibilidade professora / aluno(a). A tutoria será disponibilizada através das plataformas on-line via e-mail, WhatsApp, Telegram (a combinar) durante o período de duração do curso (1 mês/horário comercial). Não há necessidade de formar turmas para viabilizar o curso e poderá ser iniciado imediatamente.

O Que Está Incluso?

• Apostila do Reiki Lunar
• Manual em inglês (oficial da Amy Bass)
• Linhagem
• Certificado
• E-books extras

Informações adicionais

  • O certificado é enviado digitalizado. Caso o aluno queira impresso deverá arcar com as despesas de impressão e remessa que alteram conforme o CEP de destino.

Valor

  • Nível Mestrado: R$ 550,00
Dados para pagamento:

BANCO DO BRASIL
Agência: 6589 7
Conta: 56 918 6
Adriana Aparecida Rosa
228.970.908-55

BANCO SANTANDER
Agência: 1105
Conta: 1008393 5
Leonardo N da Silva
013.074.450-63

@adriana.rosa132
@leogitano

*Pagamentos feitos por depósito/transferência envie-nos o comprovante clicando nos botões acima ou por e-mail clicando aqui.

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**Entre em contato após efetuar o pagamento

Contato e maiores informações:

(11) 98153 4292
(51) 98310 9719
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O desejo de agradar aos outros ou adequar-se à sociedade pode sufocar a essência do ser que habita em cada um de nós. Essa conduta reflete no corpo em forma de complicações uterinas. O endométrio é um revestimento do útero que produz substâncias nutritivas e muco para nutrir o óvulo no caso de ocorrer fecundação e ele se implantar no endométrio. Metafisicamente é a tentativa da mulher em se afirmar como pessoa diante daqueles que a cercam. O mecanismo adotado para alcançar esse objetivo é o de querer que os outros sejam iguais a si, que pensem e ajam à sua maneira. “se todos forem iguais a mim, não vou me sentir inadequado”.Isso representa não estar seguro quanto ao seu próprio jeito de ser.

O útero é afetado quando a mulher se distancia das suas características básicas, assumindo posturas de vida que não correspondem a sua maneira de ser.

Geralmente isso ocorre por ter sido muito criticada ou, ainda, por ter tido os piores resultados ao agir de acordo com seus princípios. Ao perder a originalidade, a mulher passa a viver em função do meio, moldando-se aos outros e assumindo papéis sociais ou familiares. Tenta ser uma esposa perfeita, uma mãe exemplar, uma amiga ideal, etc. Essa postura gera comportamentos que atendem aos modelos estereotipados pela sociedade; no entanto, ela não condiz com sua natureza íntima.

O que fazer?

Ficar segura de que temos o direito de ser diferente dos outros, agir a nossa maneira sem querer “forçar a barra” para que as pessoas também sejam assim; respeitar o seu estilo e deixar que cada um faça as coisas da sua própria maneira.

Lembrando que no Reiki Lunar temos um tratamento específico para Endometriose que aprendemos na Formação do Reiki Lunar e também atendo com Terapias Femininas, caso você não queria fazer nenhum curso.

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Terapias Femininas
Curso de Reiki Lunar

Por Adriana R.

Referências: Metafísica da Saúde – Volume 2 – Valcapelli e Gasparetto.

Nesse vídeo falo um pouco sobre o que vemos no curso de Baralho Cigano.

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Cronograma do curso

Módulo 1
  • Madame Lenormand e o Baralho Cigano
  • Consagração do Baralho Cigano
  • A Leitura de cartas e o destino
  • Estrutura do Baralho Cigano
  • As 36 cartas e seus significados
Módulo 2
  • Os naipes
  • As cartas da corte
  • Identificando pessoas no jogo
  • Exemplos de combinações
Módulo 3
  • Métodos de leitura
  • Leitura de 3, 5, 7 e 9 cartas (passado, presente e futuro)
  • Mesa Real Grand Tableau
  • Técnicas de leitura e interpretação (cavalaria e espelhamento)
Módulo 4
  • Como ler as cartas-tema
  • Carreira e trabalho
  • Amor e relacionamentos
  • Saúde
  • Família

Informações adicionais

  • Metodologia: EAD (On-line)
  • O curso é totalmente dedicado e individualizado. Não há necessidade de formar turmas para que o curso seja viabilizado.
  • Material: apostila digital + certificado.
  • As aulas podem ser iniciadas imediatamente após confirmação do pagamento do curso.
  • Tutoria particular – encontros semanais via Zoom/Whatsapp/Telegram (a combinar)
  • O certificado é enviado digitalizado. Caso o aluno queira impresso deverá arcar com as despesas de impressão e remessa que alteram conforme o CEP de destino.

Valor

  • R$ 100,00 (por módulo)
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